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Aí que, mais uma vez, a galera de Mogi botou pra fuder e mostrou como é que se faz. E não é pra qualquer um não. Olha só o tamanho da trêta: 16 bandas, dois palcos, banca de cds, camisetas, bebidas, comida e tudo com horário certo pra entrega das chaves do lugar. Se ligou na respônsa? Ginásio grandão, som alto e uma equipe de voluntários que pulavam de palco em palco pra agilizar o esquema das bandas. Tá lôco... O foda foi que chegamos lá e já tava meio que na hora de tocar. Aí já viu, esse lapso de tempo comprometeu a já famosa calibrada nos botecos da região. E como o próprio Bôi sabe muito bem, só o álcool salva. E tinha bastante gente lá. Além das bandas (16!), que por si só já era um evento dos grandes, tinha nêgo comprando cds, circulando de copo na mão, fumando umzinho e até na janela olhando as beldades na piscina do clube. Mas isso é segredo, tá? Subimos pro som já com set list na cabeça. Tinha de ser rápido e certeiro. Daqueles que não dão chance pro adversário se levantar pro contra ataque. E parece que deu certo. As 3 músicas sem uma das cordas do baixo foram só um detalhe. Mas o som tava alto, o povo sacolejando a cabeça e a gente ali, mais uma vez sendo recebidos de braços abertos por aqueles maluco de pedra mogiano. Tudo sem vergonha. Aí também teve Seamus, Maquiladora, Somata, Netos da Revolução, Cafetones, Accidents, Hacienda, Korovas, Mentecapto e mais uma pá de gente. Sempre acabando uma e já começando a próxima no outro palco. Tem a moral? Então, vâmo levantá um brinde pros meliantes que fizeram acontecer e que já colocaram esse festival na fita de um dos mais classe dessa parte do mundaréu. Tâmozaí.... |
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